As frases “tens de estudar filho, um dia tens de ser alguém na vida” ou “estuda para não seres como nós” eram comuns, no dia a dia, para a generalidade dos jovens, . Era impossível passar um dia sem as ouvir, seja porque se queria ir tomar um café com um amigo, sair à noite ou ir até à praia. “Estudos” era sinónimo de sucesso e de realização.

Com o actual cenário económico é frequente haver a necessidade, por parte dos estudantes, de procurar algum trabalho para compensar as despesas diárias na escola. Li um artigo, há uns dias, no jornal P3 - Público, que abordava este mesmo assunto “Ser trabalhador-estudante é possível? Em Londres sim”. Decidi que seria uma boa ideia dar o meu testemunho como trabalhador-estudante.

Hoje é mais um dia de eventos no Observatório Astronómico de Lisboa e, a par disso, alguma formação importante para o grupo. Apesar de nós, na maioria, já termos alguma prática no manuseamento de aparelhos para a Astronomia, é importante continuar formação que nos permita progredir nos nossos conhecimentos.

Hoje durante a manhã, estive numa sessão, organizada pelo SAPO, cujo tema foi “Teoria das Probabilidades”. Este episódio remota-me aos tempos em que assisti a algumas aulas de Probabilidade e Estatística no 1º ano no curso de Física. De um modo muito mais simplificado, mas com alguns truques à mistura (que nas aulas não existam) abordamos algumas temáticas interessantes, tanto do ponto de vista da curiosidade como matemático.

Era de manhã, o sol brilhava, as nuvens passavam lentamente… circulavam calmamente pelo céu, mostrando facetas e sorrisos. Outras vezes, timidamente, entravam em comunhão com o Sol e escondiam-no. Eramos, então, invadidos por uma suave sombra peculiar, divina.