A visão do género sempre fez surgir muitas questões. Em culturas diferentes atribuiem-se nomes a pessoas com uma expressão diferente da norma para aquele meio. Penso que o destaque desta questão prima pela igualdade de género, pela clarificação daquilo que é biológico e social. A existência destes tópicos é, também, um apoio claro às conquistas feitas pelos movimentos feministas nos últimos anos.

Vencedor do Prémio para a Melhor Longa-Metragem na edição do Queer Lisboa 2014, Something Must Break é uma produção Suéca (2013), de Ester Martin Bergsmark que, segundo as suas palavras quer “mudar a maneira que vemos as coisas que tomamos garantidas apontando a câmara em direções que o público não sabia que existe para ver”.