Atualmente, a importância que a ciência tem num país assume proporções gigantescas que resultam numa competição constante entre estes. Talvez, mais do que nunca, existem pessoas formadas na área científica. Refiro-me à mesma pelo facto de que, eu próprio, estou em ciências. Porém, não é demais dizer que, por vezes, sinto que esta batalha é estranha e cansativa.

Seja o Homem o Ser, seja o Homem o Observado, seja o Homem o Vivenciado. Este, na sua visão o mundo constrói, na sua visão o mundo evoluí. A realidade é, então, a combinação de todos os homens observados.

O Gosto, o Amor, a Felicidade. Conceitos, conversas, pensamentos, teorias... porém, em nada isto significa sem o ser que a estes são dirigidos. O preenchimento da existência, a tentativa de ser pelo conceito na incerteza de realizar.

As palavras que nos chegam aos ouvidos são, na maioria das vezes, palavras que soam perdidas no meio das multidões. Quando saímos de casa pela manhã, quando viajamos nos transportes para a escola, seja durante o dia no trabalho ou durante a noite enquanto vemos televisão. São mais que muitas, as palavras. Existem palavras boas, más, assim assim, para todo o gosto… para o nosso e para até para quando não se gosta.

A nossa mente é dotada das mais maravilhosas características e, muitas vezes, gostamos de nos colocar num local que está para além da nossa própria definição de inteligência.