Há alguns anos atrás, admirava um quadro que, para muitos, não dizia nada. Lembro-me dos meus colegas me perguntarem porque gostava eu daquele quadro. Não sabia responder, simplesmente respondia que gostava. Era uma questão interior. Mais tarde, em conversas com colegas de trabalho descobri que o quadro que gostava era de um reconhecido pintor, Jackson Pollock (1912-1956) (agradeço ao Mário pela referência). Pouco ou nada sabia de arte e, ainda hoje pouco ou nada sei. Vejo, gosto, aprecio, ou não gosto e não aprecio. Tento entender do meu modo, ler do meu modo. Não estou (ainda) muito ocorrente das várias correntes artísticas dos anos que se passaram. Todos ouvimos falar do surrealismo (Paul Delvaux), do cubismo (Picasso), impressionismo (Salvador Dalí), entre muitos outras correntes que poderia continuar a exemplificar...