Sou anarquista relacional e, mais do que para as outras pessoas e para a sociedade no geral, devo reconhecê-lo para a minha própria pessoa. Sou, desde há alguns anos, assumidamente pessoa poliamorasa mas em si (tal como, há mais alguns anos, o conceito de monogamia), esta visão criou-me alguns constrangimentos na forma como lia os meus sentimentos. Não por ser incompatível comigo, mas devido à minha própria leitura do mundo e das relações que tinha e tenho, sejam elas em que dimensão e de que dimensão.

O Gosto, o Amor, a Felicidade. Conceitos, conversas, pensamentos, teorias... porém, em nada isto significa sem o ser que a estes são dirigidos. O preenchimento da existência, a tentativa de ser pelo conceito na incerteza de realizar.