Era 4 de Julho de 2006, comemorava-se o Dia da Independência nos Estados Unidos. Mas não era nisto que os olhos do mundo estavam postos, mas sim no lançamento do vaivém espacial Discovery (NASA). Três anos após o desastre do Columbia, a NASA propunha-se novamente a lançar pessoas para o espaço através dos vaivéns. Esta missão era uma prova de fogo aos novos sistemas de segurança, uma prova aos engenheiros e cientistas, mas sobretudo, um virar da página para um novo capítulo das viagens ao espaço.

O sonho de Descartes - O mundo segundo a Matemática é um livro de Philip J. Davis e Reuben Hersh, publicado em 1986.

No último mês (Dezembro) participei num concurso de fotografia sobre o tema igualdade de género, intitulado “Caminhos de Igualdade”. Este concurso foi promovido pela Associação Juvenil de Dião, Viana do Castelo. Tem por objectivo sensibilizar para as questões da igualdade de género, um problema estrutural da sociedade actual.

Actualmente, derivado à quantidade de informação que disponibilizamos, um dos nossos grandes problemas é perceber qual o caminho que esses dados levam, para onde vão, onde chegam, onde residem e para onde nos levam a nós: enquanto indivíduos.

As palavras que nos chegam aos ouvidos são, na maioria das vezes, palavras que soam perdidas no meio das multidões. Quando saímos de casa pela manhã, quando viajamos nos transportes para a escola, seja durante o dia no trabalho ou durante a noite enquanto vemos televisão. São mais que muitas, as palavras. Existem palavras boas, más, assim assim, para todo o gosto… para o nosso e para até para quando não se gosta.