O tempo não é infinito, mas finito. Tal como o tempo, nós nascemos, crescemos e um dia… morremos. A vida passa, e deixa apenas ficar a memória e a recordação de termos existido. Esta recordação permanece nos que ficam e nos que virão, um dia. Porém, não é na memória que vivemos, mas no presente, no dia, no momento.

"It did me good. Especially in affirming my freedom and my own values. And the rigorousness of his commitments. I agree with it." - Emma

Vencedor do Prémio para a Melhor Longa-Metragem na edição do Queer Lisboa 2014, Something Must Break é uma produção Suéca (2013), de Ester Martin Bergsmark que, segundo as suas palavras quer “mudar a maneira que vemos as coisas que tomamos garantidas apontando a câmara em direções que o público não sabia que existe para ver”.

Já alguma vez na vida se questionaram sobre quem são, de onde vêm, porque existem ou porque o mundo acontece como acontece? Desde criança que tenho tendência a fazer perguntas um pouco existencialistas. Por vezes isso reflete-se nos meus textos, na minha expressão e na minha pessoa. Porém, nem tudo é um mar de rosas. Ser existencialista também trás as suas consequências, mais ou menos graves.

Participei neste concurso há quase um ano. Motivado pela sensibilização das políticas de igualdade de género, decidi participar com um conjunto de fotografias. Entre as quais duas delas foram seleccionadas para exposição (online/impresso).